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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O Portal


E então, eu a contratei: Velma Uribe! Uma garota atenciosa, simpática e extremamente prestativa. Lucky logo se afeiçoou a ela e volta e meia pedia para que ela o escovasse. 


O problema de Lucky ter se tornado mais “fofo” foi que, em uma bela noite, ele não atacou um assaltante. Resultado: o cara fugiu e eu fiquei no prejuízo! 


Os anos foram passando... Àquela época, eu havia conseguido entrar em contato com o Lee (o “Com a Empada”), e ele me contou que havia encontrado Chris em uma viagem à Ilha Twikki. Disse que ela falou que estava CA-SA-DA! Gente, Chris casou e eu não! Será que tenho algum problema? Nossa amiga insaciável contou também que Meg estava no SEGUNDO CASAMENTO e tinha uma filha casada já. Eu não tinha noção de como o tempo havia passado... Meus amigos estavam construindo uma família e eu... Patrimônio.


Era uma noite comum. Eu já estava bem diferente do que na época da Universidade... Morar no deserto me deixou mais moreno e, além disso, eu havia ganhado feições de um homem de verdade! Estava indo assistir TV com Lucky, quando um barulho forte surgiu perto de minha casa.


Ao chegar lá, avistei um treco metálico esquisito. Que diabos aquilo estaria fazendo ali? Seria algum alienígena? 


Curioso, resolvi cutucar o treco e ele começou a soltar umas faíscas.
- É... Até que sou bem inteligente. 


Foi quando uma luz forte surgiu do centro do treco... Eu fiquei assustado. O que poderia ser aquilo? 


O meu susto tornou-se ainda maior quando um cover do Psy surgiu de dentro da luz e disse:
- Olá, atrasado!
- Atrasado?
- Eu sou Etanajaiv Odopmet! Vim do futuro! Você é um dos escolhidos para ter acesso ao portal!
- Mas que porra é essa? 


O cara tirou um outro treco do bolso e disse:
- Tome isso! Este é seu almanaque do tempo! Você vai utilizá-lo para saber um pouco mais sobre o futuro. Não quer me seguir e ver como serão os dias de amanhã? Venha!
- Eu... Eu...
- Não seja covarde! Vamos!


E eu fui! Não sabia o que ia encontrar no futuro, mas, se desse errado, eu estaria apenas ferrado...

*-*-*-*-*
Queridos, desculpem a ausência, mas essa época de vestibular é bem complicada! Andei jogando com o AB e aqui está o resultado. Eu dei uma editada nele e o tornei mais parecido comigo... Espero que gostem! *-*

domingo, 20 de outubro de 2013

Diversão


Algum tempo depois...

Com o passar do tempo, Lucky e eu conseguimos nos acertar! Ele havia perdido o traço “Destrutivo” e agora estava bonzinho! Como diziam: ele era mimado!



Porém, nem só de trabalho vive o homem. Eu precisava de diversão! Resolvi conhecer um pouco da vizinhança. A Taverna do Varg seria um bom lugar para fazer novos amigos e quem sabe... Encontrar um novo amor... 


Porém, o que não havia naquele lugar era gente! 


Resumo: eu fiz as bebidas e bebi sozinho!


Pelo menos pude matar a saudade de “dar um tapa no gnomo”! Aquele jogo era engraçado... Aquela brincadeira me fez lembrar da casa no Campus... Tínhamos um jogo lá! Era tão divertido...


Fui embora e parei em uma praça. Como o tempo havia passado! O Lee me contou que havia encontrado com Meg em uma tal de... Vila Xabu, Chuchu, Kaku... Não sei! Disse que ela estava bem casada e que falou que Chris também havia se casado com um tal de Frederico. A minha maior surpresa foi saber que BeAz ainda estava solteira e havia se tornado prefeita da cidade! Como o tempo muda as pessoas...


No dia seguinte, resolvi levar Lucky para curtir comigo o Dia do Lazer! Agora que ele estava mais comportado, poderíamos nos divertir mais fora de casa...


O lugar nos proporcionava muitas coisas. Consegui me divertir bastante!


Desde coletar flores...


... a até mesmo patinar! Olha que eu nem caí! 


Eu havia mudado! Estava mais maduro e não era mais tão insano e tão desajeitado... 


Enquanto tentava ensinar Lucky a caçar, vi meu chefe chegando! Opa! Quem sabe não rola uma promoção?


O Sr. Hudson era um homem muito simpático. Foi super gentil comigo quando elogiei seu trabalho e falou para eu aparecer em sua casa qualquer dia desses. (Não sou interesseiro, apenas acho que é bom ter... Contatos!)


Quando voltei para casa, avistei a lixeira virada! Quem haveria derrubado? Algum vândalo? O fato é que aquilo me fez lembrar de algo: eu precisava de uma faxineira I-ME-DI-A-TA-MEN-TE!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Lucky, Não!


Eu sabia que a vida com Lucky não seria fácil, mas não imaginava que fosse tanto. Às 4:00h da manhã, ele já começava a morder aquele brinquedo infernal dentro do quarto. Eu, que trabalhava o dia todo, fica furioso! 


Com o tempo, nem a televisão foi suficiente para entreter Lucky... Não lembro o número de vezes que tive que comprar um novo tapete para a sala. Todo dia era xixi, mordidas... Enfim, um inferno!


A qualquer hora do dia, lá estava a poça de xixi dentro de casa.
- Lucky, eu já falei pra você NÃO FAZER XIXI EM CASA! Eu vou ter que te colocar pra fora? É isso?

Ele rosnava um pouco e eu dava as costas irritado.


Para piorar, era só eu virar as costas e ele beber o xixi. Aquilo estava me irritando em um nível extremo! Foi quando um colega de trabalho me recomendou dar banhos e massagear Lucky. Seria uma boa ideia... Ele não sentiria tanta falta e não custava nada tentar...


Enquanto tomava banho, Lucky ficava extremamente calmo. Foi um grande alívio ver que, com as massagens, ele não ficava mais se debatendo na banheira e eu não precisava me molhar todo.


Porém, para meu azar, ele fugia quando me via pegando o secador de cabelos, ou seja: CASA MOLHADA!


- Lucky, para com isso agora! Eu já estou de saco cheio! Será que vou ter que colocar uma coleira em você? Ou você toma jeito, ou vou te despachar para um abrigo!

Assim que proferi essas palavras, senti um aperto no coração. Ele me olhou com uma cara triste...


Meu coração se dilacerou em mil pedaços. Apesar dele ser um tremendo cão, estava sendo divertido lidar com toda aquela bagunça (algo que eu já estava acostumado por ter morado em uma república, mas lá eu tinha ajuda). Falando nisso, àquela época, eu soube que Meg e Chris estavam casadas com seus respectivos maridos: Rafael e Frederico. BeAz continuava solteira, mas não teria coragem de procurá-la... Aliás, procurar nenhuma delas. Todas me ignoraram. Eu estava em uma cidade nova, sem amigos e com um problema de quase 25Kg... Mas eu estava feliz!

*-*-*-*-*
Amigos, peço desculpas pela minúscula atuh, mas os dias andam corridos! D; 
Enfim, trouxe-lhes também uma foto do Lucky real quando bebê (um fofo) e quando adulto (no dia em que roubou uma faca). Esse sofá rasgado foi ele e o pelo está assim porque ele ODEIA que penteiem ele. Ah sim! E ninguém pode fazer carinho que ele fica mordiscando. kkkkkkkk' É uma praguinha que amo! ♥

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Uma Vida Adulta


- Ufa! Foi só um sonho! – Falei após perceber que não estava preso numa ilha deserta com as meninas! – Salvo pelo despertador! 


Levantei na cama e olhei pra parede. Era inevitável não lembrar das três palhaças com um quadro nosso bem ao lado da minha cama. Provavelmente por eu ter olhado nossas fotos na noite anterior, tenha acabado lembrando delas. 


Ah sim! Esqueci de falar! Logo após sair da universidade, fui para Riverview. O “com a empada” e eu resolvemos fechar nosso negócio de bebidas. Na realidade, eu vendi a casa e ele comprou a minha parte na sociedade. Sim. Eu vendi a casa! Por mais que eu amasse aquele lugar, não estava disposto a morar em Riverview. Até pensei em ir para Monte Vista, mas meus pais nômades já estavam em Lucky Palms e acabei me mudando para cá. Exato! Estou me sentindo um camelo no meio do deserto! ¬¬’


Minhas lembranças foram interrompidas após pisar num brinquedo e esbarrar perto da cômoda. Quem mais seria? Claro! Meu novo “colega de quarto”! Meus pais me obrigaram a carregar Lucky para minha casa após ele destruir quase todos os móveis dele! Resultado: a praga linda veio morar comigo. Fazer o que né?


Tomei banho, café e depois fui para o trabalho no meu carro novo. SIM! NÃO SOU MAIS UM LISO! Ainda sobrou um dinheiro da venda da casa. É claro que o emprego ainda não pagava bem... Afinal, ser limpador de penico não é uma coisa muito bacana! 


De todos os meus problemas, o maior estava em casa. Lucky fazia questão de deixar o quintal todo esburacado. Eu já não aguentava mais encontrar meus sapatos, minhas meias e até minhas cuecas enterrados no quintal. 


Como forma de distração – e para evitar a solidão do coitado -, deixava a televisão ligada o dia todo. Porém, não pensem que minha vida ficou livre dos buracos. Agora eles vinham na conta bancária sempre que eu pagava a conta de luz.


Quando eu chegava em casa, tinha que gastar saliva brigando com meu monstrinho.
- Lucky, se você me fizer jogar outro tapete fora, eu juro que faço outro com o seu couro!

Ele abaixava a cabeça e fazia uma carinha fofa. E então eu não resistia. Afinal, o que era gastar 500 simoleons a cada dois dias? #ironia 


Naquela tarde, após voltar do trabalho, resolvi dar uma passada na mercearia. Até levaria Lucky comigo, mas ele estava proibido de entrar no local depois de destruir a prateleira de morangos. Comprei algumas ervas, grãos e sementes que seria uteis nas minhas pesquisas científicas.


Em seguida, fui até a livraria para comprar alguns livros de receitas. Estava cansado de comer apenas salada de outono e panquecas! 


Foi quando notei que ali ao lado havia uma espécie de biblioteca comunitária. Fui até lá e notei outra grávida! (Viram a outra na foto anterior?) Seria um surto de gravidez em Lucky Palms? Acabei conhecendo uma cientista chamada Vivian, ou era Viviane ou Vanessa. Não me lembro bem. 


Voltei pra casa morrendo de fome e, enquanto eu preparava o jantar, o Lucky me trouxe o jornal. Puxa saco! 


Joguei um pouco de xadrez...


... e li um livro médico que meu chefe havia me recomendado. 


Porém, apesar de a cama de Lucky estar em meu quarto, ele sabia que eu estava chateado com ele. Pulou na minha cama e ficou tão quieto que acabou pegando no sono. Eu estava com raiva sim pela sujeira na casa, mas o fato era que eu o amava.
Mas ainda tenho a sensação que ele vai aprontar bastante nessa vida a dois...